Os sinais dizem o que deve ser,
os olhos dizem o que deveria ser,
na esperança de que possam ser ouvidos.
O tronitoar dos canhões do passado
fazem questão de que não haja esquecimento
do estrago feito no nosso depósito de lembranças...
O inquestionável entre o valer a pena
e o deve ser feito
carrega a bandeira da primeva das batalhas...
As consciências constrictas e silenciosas
vagam pelos escaninhos de gestos e palavras
como o vento soprado num corredor - previsível destinação
A incredulidade mestiça, negando a pureza
como se o gestual fosse maestro
de sinfonia sem músicos - vazio
O que deveria ser - será
como correnteza de rio, solidão de desamor
pegadas na areia de praia em maré vazante...
Só se pode dizer que nada se diga... apenas vivencie
e na verdade, trazida em si, se cale...
e apreenda a aprender...