Tem momentos que parecem não existir...
momentos que embora estejam ali, intenso e marcantes,
não estão...
a ausência, a saudade são tão imperiosa
que nos fazemos ausentes em nós mesmos,
como se o estar não fosse
e o ser não acontece de maneira nenhuma...
Em momentos assim,
tão ausentes que nos parecem vazios,
nossos corpos se desvanecem
e nossas carência parecem ganhar substância
e se impõem de maneira que nem podemos resistir...
Essa não existência que se personifica em nossas ausências
nos deixam vazios
e seguimos como
como lembranças levadas pela brisa...
indeléveis e inesquecíveis!
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